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  • Guilherme Moro

Em novo EP, o indie dos Playmoboys contrasta com as vozes de cantoras estrangeiras

Atualizado: 4 de dez. de 2020

O indie carioca dos Playmoboys ganha vozes femininas no novo EP “Back To Streets”. Após lançar três singles nesse ano, o grupo lança seu mais recente trabalho. “Com os singles que lançamos no decorrer de 2020, entramos em dezenas de playlists. Isso nos trouxe muitos novos seguidores. Os clipes de todos os lançamentos estão em exibição nas emissoras especializadas. Foi nesse momento que lançamos o EP ‘Back To Streets’, que está começando a gerar frutos”, afirma Conrado Muylaert (guitarra e voz).



Mesmo com o EP recém lançado, a trupe não para de produzir e na última sexta-feira disponibilizaram o single, “Ao Seu Redor”, em todas as plataformas digitais. "Demos o máximo para que 2020 fosse um ano produtivo para nós. Fizemos questão de, no meio desse mundo louco em que estamos vivendo, lançar músicas felizes, que fossem capazes de passar uma leveza a quem ouve. A música tem isso, essa capacidade de mudar o humor da gente, e queríamos isso. Assim, é nossa nova canção".



Ainda falando do EP, ele tem como grande destaque a participação de cantoras estrangeiras, como relata Conrado. “Fizemos essas músicas já pensando em vozes femininas, o que facilitou na construção. As canções já estavam prontas quando conheci as cantoras: Dee Wolf, uma cantora de blues da Itália; Ivy Hoodrave, americana, que postava vídeos fazendo covers de música pop e Juliana Mesty, da Indonésia, que conheci através de vídeos do Instagram."


Já com experiência no mercado independente, a banda já alcançou números enormes no passado, com o clipe de “Baby, There’s no End”. Atualmente, com mais de meio milhão de visualizações, a banda quer alcançar com esse EP o mesmo espaço midiático que teve outrora, mas sem ter isso como foco principal. “Quando o clipe foi lançado, aconteceu um boom que nunca havíamos visto. Rádios e TV’s de outros países começaram a tocar a música. Os números eram incríveis. De repente, surge aquela oportunidade de tocar com a Libertines (banda inglesa), o que fez com que tivéssemos exposição em todo país. De lá pra cá, não paramos mais. Aproveitando o máximo da cena. A gente sempre pensa positivo. A vontade de crescer e mostrar o nosso trabalho para a maior quantidade de pessoas nos acompanha até hoje, porém imagino que para uma banda independente no cenário atual, repetir aqueles números vai ser algo um tanto difícil. Acho que o maior objetivo é nos manter relevantes, conseguir manter nossos ouvintes ligados no nosso som e, quem sabe, buscar voos mais altos”.

 

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