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  • Foto do escritorGuilherme Moro

Luthuly aposta em afrobeats pop e lança single romântico “Sede” nesta sexta-feira (16)

A partir desta sexta-feira (16), os apaixonados acabam de ganhar mais um hit para se declarar para o crush! E como o que é bom pode ficar ainda melhor, a track em questão chega embalada pela voz aveludada de Luthuly. O artista carioca lança hoje seu novo single, “Sede”, apostando em afrobeats pop e numa atmosfera envolvente - ouça aqui. A canção de temática romântica - que sai pelo selo slap, da Som Livre - chega ainda com um clipe, disponibilizado no canal oficial do artista no YouTube.



Com direção assinada por Bruno Rocha, o clipe de “Sede” retrata um casal no que parece ser um primeiro encontro, no qual Luthuly recebe em casa o seu interesse romântico - interpretado pela atriz Brenda Rodrigues - e até cozinha para ela. O toque de humor característico das produções audiovisuais do artista, aliás, também está presente, desta vez em pequenas situações desconcertantes dos casais que estão se conhecendo, entre outros incidentes. Contudo, nada disso é capaz de atrapalhar o clima entre os dois.


Com o objetivo de evidenciar ainda mais a versatilidade do artista, “Sede” encerra o ano musical de Luthuly e finaliza o trio de singles que o cantor apresentou em 2022 - que conta ainda com “Meu Bem” e Ela”, este último em feat com a rapper Bivolt -, todos com a produção assinada por Nave (produtor musical vencedor do Grammy Latino, conhecido por trabalhar com grandes nomes da música, como Emicida, Criolo, Marcelo D2 e Flora Matos).



Fazendo um balanço sobre 2022 e falando sobre as expectativas para o próximo ano, Luthuly conclui: “Espero por um ano iluminado, com novos ares e com álbum novo. Ano que vem será de muita música, arte no geral e afeto. Depois desses últimos anos intensos, aguardo um 2023 com realizações, união e brilho nos olhos para realizar novos sonhos. 2022 foi de conexão com novos artistas, não só da música como de outras áreas, e foi bonito entender que por mais que tenhamos nossas caminhadas individuais, o coletivo movimenta a cena. A importância do diálogo e da troca com outros artistas inspira e alimenta demais minha arte. Agradeço muito as conexões que fiz neste ano”.

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