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  • Foto do escritorGuilherme Moro

Gabi Pasche lança o samba autoral, ‘Ponto e Fim’

Para se livrar da dor e da tristeza de ter vivido um relacionamento tóxico e que estremeceu sua vida, a cantora e compositora carioca Gabi Pasche fez o que sabe de melhor: música! No dia 1 de junho, quinta, chega em todas as plataformas o single “Ponto e Fim”, um samba autoral que evoca o empoderamento e a superação após o término de uma relação abusiva.



A canção é a primeira de 5 singles - sendo um deles com a participação de Zeca Pagodinho - que serão lançados até o fim do ano, e que compõem uma narrativa da superação desse relacionamento em direção à libertação e ao resgate da auto estima e do amor próprio. Em “Ponto e Fim”, Gabi Pasche apresenta uma letra confessional que, apesar do ritmo alegre do samba, relata os altos e baixos de uma união que a destruiu, mas que ficou no passado. A produção musical e os arranjos são de Leandro Pereira.


“Ponto e Fim” tem coro formado por cantoras mulheres: Joana Rychter, Amanda Anibale, Yasmin Alves e Antonia Medeiros e também terá videoclipe, produzido por mulheres, com estreia marcada para o dia 15 de junho no YouTube.


“Eu compus essa música alguns meses depois de sair dessa relação. Ainda estava mal, tentando me reerguer. Lembro que tomava banhos no escuro à luz de velas e chorava de soluçar. ‘Parir’ essa música me aliviou de alguma forma. Senti como se ela também fosse um lugar de acolhimento”, explica a artista, figura conhecida nas rodas de samba do Rio de Janeiro e que já cantou ao lado de nomes como Xande de Pilares, Jorge Aragão, Dudu Nobre, Mart'nália, Diogo Nogueira e Roberta Sá.


Assim como muitas mulheres, Gabi Pasche demorou a entender que estava numa relação tóxica. Uma relação que levava o seu brilho, suas forças e o seu ânimo, inclusive de cantar. Em meio à pandemia, ela chegou, por vezes, a flertar com a depressão. Encontrou ajuda principalmente na terapia e na sua rede de apoio.


“Após gravar a canção, eu não sabia se queria me expor, mas lembrei que ouvir outras mulheres falando sobre isso me dava muita força. Então, achei que devia retribuir”, diz ela, que também chama a música de “samba-desabafo”.


Gabi já apresentou a canção nas redes sociais e em shows, e constantemente é surpreendida por reações emocionadas de mulheres que se identificam com a letra.


“Recebo muitos feedbacks emocionantes, infelizmente muita gente vive o que eu vivi. Certa vez, uma menina veio me abraçar chorando após um show e me agradecendo por ter cantado a música. É necessário falar sobre isso e acredito que quanto mais falarmos, mais informação teremos e conseguiremos, enquanto sociedade, melhorar, pois é preciso conhecer as ferramentas para evitar uma relação-cilada”, afirma Gabriela, que tem como suas principais referências musicais Alcione, Marisa Monte e Dona Ivone Lara.

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