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  • Foto do escritorGuilherme Moro

Diego Bragà lança o EP refletinfo sobre a não-binariedade

Uma figura não-binária, sensual e misteriosa. Uma heroína da música, da vida, doce e provocativa. Uma sex symbol do futuro: não-binária, transfeminista, pura androginia latino-americana. Esta é Superputa, uma figura imagética criada pela artista não-binária transfeminista Diego Bragà e que é a superstar do EP visual “SUPERPUTA SPIRITUAL”, que chegou em todas as plataformas na última sexta-feira, 14 de julho, Dia Internacional das Pessoas Não-Binárias.



O EP reúne as faixas: “RÉQUIEM” (coprodução musical de Boss in Drama), “SUPERPUTA FATAL”, “SUGAR FREE” e “ARCO-ÍRIS DE ENERGIA”, primeiro single coproduzido por duas artistas trans portuguesas Filipe Sambado e Diana XL. Diego Bragà também assina as composições e a produção musical das músicas, que virão acompanhadas de videoclipes no YouTube.


SUPERPUTA SPIRITUAL” é um manifesto de uma pessoa não-binária, uma narrativa política de defesa, mas sem ataques. Uma experiência sonora, literária e visual, que busca impactar para refletir e dialogar sobre o lugar das pessoas não-binárias no mundo. A figura da Superputa é uma heroína que se entende como um corpo político, mas que se posiciona num lugar leve, divertido e irônico de reflexão. E apesar da não-binariedade, ela traz na sensualidade feminina uma ferramenta de atração.


“A Superputa é um grito de sobrevivência. Ela evoca um empoderamento de gênero e também uma libertação para as pessoas que não são queers brincarem, refletirem. É um convite a ouvir, entender e a olhar para as pessoas não-binárias e pensar sobre a humanidade no geral, num sentido de se experimentar”, afirma a cantautora Diego.


As canções enfatizam recortes de vivências pessoais, com uma sonoridade hyperpop, por se tratar de um gênero musical que dá possibilidades, que desconstrói. Além dos efeitos e da música eletrônica, outras referências são Britney Spears e Xuxa, artistas POP, sensuais, fenomênicas, mas ao mesmo tempo, humanas e vulneráveis.


“Eu componho a letra e a melodia, enquanto isso, visualizo efeitos, sons e sensações que gostaria de transmitir com a música. Depois, busco essas lacunas na produção musical. É um pouco esquizofrênico, alienígena e confuso no melhor dos sentidos, refletindo a minha própria vivência enquanto pessoa não-binária”, explica Diego, de 30 anos, nascide e criade em Belo Horizonte, e que reside há cinco anos em Portugal.

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