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  • Foto do escritorGuilherme Moro

BATEKOO Festival anuncia 2ª edição em São Paulo e abre venda de ingressos


Depois de receber 12 mil pessoas em sua estreia, com um line up protagonizado por artistas como Fat Family, Ludmilla, Afro B, O Kannalha e Seu Osvaldo, primeiro Dj do Brasil, a BATEKOO acaba de anunciar a segunda edição do seu já memorável festival.


O projeto - que está com a venda de ingressos aberta exclusivamente pela plataforma Shotgun - é a criação de um novo universo que conecta a ancestralidade ao movimento negro moderno e atual. “'O Big Bang dos Pretos' é o mote imaginário que move a marca em 2023, referenciando o conceito de quilombo/quilombagem, onde vemos grandes aglomerações de pessoas pretas de diferentes diásporas celebrando a negritude e suas diferentes-iguais identidades”, explica Mauricio Bahia Sacramento, CEO, fundador e diretor criativo da BATEKOO.



O lema divulgado no ano anterior, “A gente não quer ser assistido, a gente quer se assistir”, segue sendo, ainda, o propósito da iniciativa que surge como um manifesto que suplica por um espaço em que vejamos pessoas negras não apenas no palco, mas também na pista. É esse o discurso que questiona a banalização do termo “representatividade”, deixando claro que esses corpos não querem ser exceções.


Lançado em dezembro de 2022, o BATEKOO Festival aconteceu pela primeira vez na NeoQuimica Arena e foi construído como um novo passo na trajetória da plataforma que nasceu em Salvador e hoje já realiza eventos voltados aos públicos negros em diversas cidades pelo Brasil. O BATEKOO Festival é o produto da trajetória de quase 10 anos realizando experiências para a juventude, proporcionando uma curadoria 360º, que contemple a diversidade de culturas negras e afrobrasileiras que temos hoje no país e no mundo.


"A curadoria foi um dos pontos mais elogiados pelo público no último ano e conseguimos perceber o quanto a nossa visão reverberou e impactou o lineup de outros festivais no Brasil. É incrível perceber o quanto podemos impactar positivamente o setor musical e de entretenimento. Este ano, tendo tido uma primeira experiência de como é fazer um festival, construiremos uma curadoria que, ao mesmo tempo que homenageia em vida a ancestralidade, também aponta o futuro da música brasileira para além do eixo Rio-São Paulo", compartilha Artur Santoro, agitador cultural e sócio da BATEKOO.

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