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  • Guilherme Moro

Banda Shaman chega ao fim após declarações pró-terroristas de Ricardo Confessori

A banda Shaman chegou ao fim nesta terça-feira (10), após o bateriata Ricardo Confessori ter se posicionado a favor dos atos terroristas que aconteceram na Praça dos Três Poderes, em Brasília, no último domingo (8).



Antes mesmo do final da banda ser anunciado pelo guitarrista Hugo Mariutti, o baixista Luis Mariutti publicou um vídeo em seu perfil no Instagram se posicionando contra as falas do colega de banda e deixando claro que estava saindo do grupo.


A confirmação do término da banda veio com uma publicação no perfil do Instagram do guitarrista com a seguinte frase: "O Shaman está encerrando suas atividades. Compromissos serão mantidos, mas infelizmente ciclos acabam. Agradeço a todos os fãs pelo carinho".



Quando Lula tomou posse, no dia 1° de janeiro, Confessori postou um tuíte do apresentador Danilo Gentili dizendo que, com a chegada do novo governo, seria proibido criticar o presidente e a primeira-dama sob o risco de ser tachado de ‘machista’. Outras postagens como essa causaram críticas dos fãs por diversas vezes.


Depois das discussões com admiradores tomarem grande proporção nas redes sociais, o baterista publicou um video dizendo que "gostaria de deixar algumas coisas bem claras aqui. Vocês que acabaram vendo algumas discussões acaloradas aqui, por alguns posts políticos, eu queria deixar bem claro que as posições e as opiniões aqui emitidas no meu canal, no canal Ricardo Confessori, são exclusivamente minhas. Elas não se expandem para empresas, grupos, escolas ou qualquer outro tipo de grupo do qual eu faça parte”, o que não foi o suficiente para evitar o fim da banda.



O Shaman foi uma banda brasileira de power metal progressivo formada em 2000 pelos ex-membros do Angra: Andre Matos, Luis Mariutti e Ricardo Confessori. Tempo depois, o guitarrista Hugo Mariutti, irmão de Luis, se uniu ao grupo e completou a formação que durou até 2006.








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