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Ayô Tupinambá lança “Exú-Mulher”, disco de estreia que une ancestralidade, espiritualidade e resistência

  • Foto do escritor: Guilherme Moro
    Guilherme Moro
  • 31 de out.
  • 1 min de leitura

A cantora e compositora Ayô Tupinambá apresenta seu álbum de estreia “Exú-Mulher”, lançado em 27 de outubro. Com 12 faixas, o trabalho propõe uma travessia musical e espiritual marcada pela ancestralidade negra, indígena, travesti e de axé, abordando temas como identidade, fé e empoderamento.


Créditos: Rafaela Kennedy
Créditos: Rafaela Kennedy

O título do disco nasceu de uma vivência espiritual com Maria Mulambo, entidade da Umbanda, que inspirou o conceito de mulheres que se reinventam a partir das próprias dores. “Ela me disse: ‘Você é uma delas!’ Acho que ali nascia Exú-Mulher”, relembra Ayô.


Produzido em parceria com Dominique Vieira e Leo Matheus, o projeto foi criado em um home studio e se desenvolveu como um processo de cura e autoconhecimento. “Eu venho de uma criação que não me deixava sonhar em ser artista. É o encontro com essas entidades que acende uma chama de crença em mim mesma”, afirma.


Musicalmente, o álbum percorre gêneros como MPB, samba, pagode, funk e ritmos percussivos, refletindo a pluralidade de referências da artista. “O fio condutor sempre foram as experiências com as pombagiras, sem cair num estereótipo sonoro. Eu queria essa diversidade de sons para me apresentar pro mundo da música”, diz Ayô.


Entre as participações estão nomes como Mãe Lume Watanabe, que abre o disco com a reza “Tronqueira”; Assucena, em “Para a Menina de Logunedé”; e Jup do Bairro, que divide os vocais em “Pintoza”. O Coral Vozes Trans, do qual Ayô é madrinha, também participa das faixas “Canela”, “Pintoza” e “Exú-Mulher”, que encerra o álbum com a presença de Apêagá.

 
 
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