• Guilherme Moro

Atitude 67 gravam DVD no Rio de Janeiro

A banda Atitude 67 se prepara para gravar mais um álbum audiovisual, no dia 14 de abril, no Rio de Janeiro. Repleto de canções autorais e releituras de sucessos dos campo-grandenses e de grandes artistas, o projeto recebe o nome de “Sempre Foi Pagode”, para reafirmar o ritmo que move suas raízes e seus integrantes. Com uma sonoridade mais popular, mas sem perder o DNA do A67, a banda escolheu músicas de diversos estilos, que são parte de sua essência. O novo projeto também é a nova label da banda, que vai rodar o país todo com a festa “Sempre Foi Pagode”.

O repertório do novo álbum vem recheado de uma mistura entre músicas inéditas, regravações e sucessos do A67. Para abrilhantar o projeto, os artistas convidaram os amigos Mumuzinho, Menos é Mais, Matheus Fernandes e Ferrugem para dividir o palco com eles, dando um toque a mais nessa mistura, orquestrada com maestria por Bruno Cardoso e Lelê. Ao todo, cerca de 20 faixas integram o repertório do novo projeto.

O local escolhido para o registro é o PALMA Gastrobar, que fica no bairro do Itanhangá, na zona oeste do Rio de Janeiro. O cenário mega colorido traz leds e neons espalhados pela estrutura que envolve o palco, que também tem um formato diferente e inovador, deixando o público ainda mais próximo do A67 e seus convidados.



Por muitas vezes serem questionados quanto ao estilo musical da banda – “É pagode?”, “É pop rock?”, “É reggae?” – eles escolheram batizar o novo trabalho para frisar que sim, “Sempre Foi Pagode”, mas é o pagode do A67. Pedrinho, Rege, Leandro, Karan, GP e Eric adicionam o tempero da banda nos arranjos de todas as canções, que têm instrumentos característicos do ritmo, como pandeiro, rebolo e reco-reco.

O músico Pedrinho conta sobre a origem do nome do álbum: “A gente escuta essa pergunta desde que somos moleques: ‘É pagode?’, ‘Não é pagode?’ Para nós, sempre foi pagode, mas do jeito que a gente sabe fazer desde os 13 anos de idade. É o pagode de seis meninos que cresceram num Estado predominantemente sertanejo, que ouviam muito rap e samba antigo, aprenderam a tocar instrumentos de pagode e seguem até hoje tocando do mesmo jeito. Então, quando alguém nos pergunta, a resposta é: ‘Sempre Foi Pagode’”.

Diogo Duílio, empresário e diretor-geral do projeto, comenta: “A ideia da label ‘Sempre Foi Pagode’ é levar um show diferenciado e exclusivo para o público. Diferente da turnê de estrada, a festa/apresentação do A67 terá cerca de quatro horas, com um repertório que reúne os melhores hits da banda e regravações que fazem parte do setlist do novo audiovisual. Além delas, também estarão presentes canções que inspiram os meninos desde sempre, que eles têm na raiz do grupo. A ideia é mostrar para o público que realmente sempre foi pagode, mesmo sendo do jeito deles”.

O conceito gráfico do projeto considerou a origem popular e urbana do pagode do A67, misturando elementos da rua, como cartazes, tipografia e grafismos, que remetem a esse ambiente, com elementos do samba e da identidade da banda, que percorrem desde a cerveja de garrafa até ETs em clima de verão. Uma paleta de cores vibrantes se somam ao projeto, fechando numa linguagem pop, jovem e pra cima”, disse Allyne Caminoto, designer da GTS/Universal Music.

Sempre Foi Pagode” tem direção geral de Diogo Duílio, direção de foto e vídeo de Phill Mendonça, produção musical de Bruno Cardoso e Lelê. O cenário e a arte são assinados por Cenolab.