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  • Foto do escritorGuilherme Moro

Novo single de Fernando Bocão encontra liberdade no término de um relacionamento

Fernando Bocão, cantor e compositor goiano que atua no cenário da Nova MPB, estreou sua carreira solo nas plataformas de streaming neste ano com a canção "É normal ser feliz" e, agora, apresenta seu novo lançamento, o single "Memória". Com instrumentos e produção musical de Jonas Deividi, a canção retrata um relacionamento em ruínas, mas, ao mesmo tempo, reflete a ideia de liberdade e felicidade. A música está disponível em todas as plataformas de streaming via selo Vitrola Play a partir deste 29 de setembro.



"Memória" surgiu após o término de um relacionamento, quando se tentou uma retomada, porém, ambos se encontraram completamente diferentes do que eram quando amantes. Apesar disso, a letra não tem vocação pessimista. Ao longo dos versos, Fernando lança um olhar otimista, de que livrar-se deste relacionamento poderia render liberdade e paz para o casal agora desfeito, como diz em "Não quero ninguém que não saiba ficar, você é livre, eu sou livre". Assim, Fernando coloca a posição de que ela não é dona dele, e vice-versa.


"Memória" é a continuação da trajetória deste artista de Goiânia que já tem longa estrada com bandas. Aos 17 anos, começou sua jornada musical como baixista e backing vocal da Banda Ágata. Aos 20 anos, em 2010, fundou a banda Vitrola 4, também como baixista e backing vocal, mas atuando em outros projetos paralelos como vocalista. Com estes projetos, participou de diversos festivais e programas de rádio. E, embora sua discografia solo seja recente, Fernando tem presença frequente em Pubs, Festivais e eventos ligados à música.


Nesta nova fase, onde Fernando encara a Nova MPB e muito do rock e do pop rock nacional, artistas como Tiago Iorc, Raul Seixas, Castello Branco, Michael Jackson, Legião Urbana, entre outros, são referências fundamentais. Já em suas letras, Fernando Bocão ocupa seus versos com mensagens positivas e de autoconhecimento, todas geradas a partir de suas próprias vivências, como muito bem demonstra “Memórias”.

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