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  • Foto do escritorGuilherme Moro

MCs de Ribeirão Preto enfrentarão Batalha da Norte, de SP, na grande final do RIB HOP

Oito artistas de Ribeirão Preto venceram as seletivas do RIB HOP e vão enfrentar os MCs da Batalha da Norte, de São Paulo, em uma grande final no evento. O festival acontece no dia 18 de novembro, a partir das 20 horas, no Espaço Santa Uzina.

MC Black$tar, da Batalha da ART, garantiu a primeira vaga das seletivas e vai enfrentar a Batalha da Norte na grande final do RIB HOP. (Foto: Luan Porto)

Do fim de setembro até o final de outubro, foram realizadas oito seletivas com batalhas tradicionais da cidade. Os vencedores vão estrear no palco do RIB HOP para rimar com os gigantes da Batalha da Norte, um dos movimentos mais respeitados da cena nacional, com mais de 40 milhões de visualizações no YouTube. O MC vencedor ganhará um prêmio em dinheiro.

Os MCs de Ribeirão que vão disputar a grande final são: Ikki, da Batalha da Lua; Piloto, da Batalha Nova Era; Jimmy, da Batalha da Elite; Murilin, da Batalha Sangue na 7; Vincy, da Batalha da Banks; Haiki, da Batalha Central; Bubba, da Batalha da UBS; e Black$tar, da Batalha da ART.

Competição

Vencedor da última disputa, o MC Ikki, da Batalha da Lua, tem 24 anos e seu nome verdadeiro é Douglas. O artista conta que começou a rimar em 2016, mas desde 2014 já conhecia o universo das batalhas de rimas. Há dois anos, ele começou a levar as disputas como uma competição.

“Para mim, o hip hop significa salvar vidas. É uma forma de me expressar, de colocar os sentimentos por meio de falas. Ainda não tenho palavras para descrever como foi vencer a minha seletiva, era a última vaga e foi muito disputada. Era tudo ou nada. Vencer foi uma sensação incrível! Nosso time que vai concorrer com a Batalha da Norte é muito talentoso”, afirma.

Já a MC Black$tar, da Batalha da ART, garantiu a primeira vaga das seletivas. Aos 17 anos, ela vai realizar o sonho de ficar ao lado dos seus ídolos da Batalha da Norte no palco do RIB HOP.

“Eu moro na Zona Oeste de Ribeirão Preto, no Jardim Progresso, e comecei a rimar tem pouco mais de um ano. Mas, desde pequena, sempre acompanhei as batalhas de rimas pela internet. O rap e o hip hop me tiraram de uma fase muito difícil e fico muito feliz simplesmente de pisar na batalha, é realmente algo que eu amo. Fiquei muito feliz em ter ganhado a seletiva, acho que minha ficha não caiu até agora! E é muito gratificante estar ao lado dos meus ídolos”, resume.

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