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  • Foto do escritorGuilherme Moro

Madu celebra 2022 com novas canções

Se é com o pé direito que o ano deve começar, Madu selou seu primeiro passo em 2022 com ‘Querubim’, single lançado no dia 1º de janeiro, na alvorada do Ano Novo. E, no embalo do amanhecer deste ano que promete, da à luz ‘A Saudade’, na próxima sexta, dia 14. As duas canções são o pontapé inicial do artista em temporada que prevê dois lançamentos mensais durante o primeiro semestre, até fechar as 12 faixas do álbum ‘Querubim’. As canções tem produção musical de Danilo Cutrim e arranjos de Jean Charnaux.



‘De repente, me senti mergulhado em Querubim como um anjo triste, agoniado pelo desamparo em que nossa sociedade se encontra. A canção tem um canto mais profundo, mais alongado, que é onde quero chegar com a minha voz’, revela. ‘Já em ‘A Saudade’, do Edu Serra, me vi às voltas com esse sentimento universal, que é uma interseção entre todos os seres humanos. Todo mundo sente, mas cada um sente de um jeito’.

 

Ficha Técnica:

Querubim

Compositor: Edu Serra

Violão e arranjos: Jean Charnaux

Produção Musical: Danilo Cutrim

Voz: Madu

 

A Saudade (Doce Lembrança)

Compositor: Edu Serra

Violão e Arranjos: Jean Charnaux

Produção Musical: Danilo Cutrim

Voz: Madu

 

SOBRE MADU:

‘Carioca’ nascido em Santa Catarina, vem de berço que o estimulou ao aperfeiçoamento na música desde a primeira infância. De formação musical ampla,

experimentou aulas de violino ainda menino, instrumento que serviu de trampolim ao violão.

 

Mudou-se em definitivo para o Rio na adolescência, momento ideal para deixar

aflorar a alma carioca que sempre o habitou. Cria do Baixo Gávea e do Posto 9,

formou-se em Jornalismo e foi dono de uma rede de lojas de suco, da qual se desfez mais tarde, com a morte precoce do pai, quando sentiu inevitável a necessidade de dedicar-se integralmente ao grande prazer de sua vida: a música. Desde então se

auto intitula um ‘ladrão de canções’, pelo enorme prazer que tem em destrinchar e interpretar à sua maneira canções de grandes nomes da MPB, além de suas próprias composições, que passam por um longo processo de aperfeiçoamento. Seu primeiro trabalho foi Madu (2018), onde reúne 12 faixas entre autorais e revisitas a Rogê, Marcelo D2, João Nogueira, João Bosco, Jorge Aragão Chico Sampa e Guilherme Gê, este último também responsável pela produção musical. No

segundo álbum, Dharma (2020), também com 12 faixas, primorosas participações de Tom Zé, Pedro Miranda, Paulinho Moska e Luana Carvalho. Em 2021 dedicou-se à obra de Tom Zé com o álbum ‘Estudando Tom Zé’, com a benção e participação do próprio.

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