• Guilherme Moro

Dulce Quental lança álbum autoral Sob o Signo do Amor no Sesc Belenzinho

A cantora e compositora Dulce Quental apresenta-se no Teatro do Sesc Belenzinho, em São Paulo, no dia 15 de outubro (sábado, às 21h), com o show Sob o Signo do Amor, nome de seu recente álbum autoral.


A apresentação também comemora a edição física do CD, que acaba de chegar às lojas, bem como antecipa as comemoração dos 40 anos de carreira que a artista completa em 2023.

O show tem participação especial de Jonas Sá e Pedro Sá (diretores artísticos do espetáculo e também produtores de Sob o Signo do Amor). Dulce canta acompanhada por Thomás Jagoda (teclados), Pedro Fonte (bateria) e Paulo Emmery (contrabaixo).

O repertório traz o disco na íntegra - “Apenas Uma Fantasia”, “Vaga-lumes Fugidios”, “A Pele do Amor”, “Poeta Assaltante”, “Obra Aberta”, “Com Mais Prazer”, “Morcegos à Beira-Mar”, “A Arte Não É Uma Jovem Mulher” (parceria com Zé Manoel), “Poucas Palavras”, “Amor Profano” (parceria com Arthur Kunz) e “Tudo Vai Passar” - traduzindo o momento artístico de Dulce Quental, que compôs todas as canções no primeiro ano da pandemia. Ela ainda promete uma breve parada nos anos 80 para lembrar dois sucessos do início de sua carreira.



Sob o Signo do Amor chegou às plataformas digitais em março de 2022, precedido pelo lançamento de três singles. O CD físico saiu em agosto, com distribuição da Cafezinho Edições - selo, editora e distribuidora - sob comando da própria Dulce.

Desde 2004, quando lançou Beleza Roubada (Sony/BMG), Dulce Quental não entrava em estúdio. Nesse intervalo, lançou o vinil Música e Maresia (Discosaoleo/Cafezinho Edições, 2016) com repertório de canções inéditas “guardadas”, gravadas nos anos 90, e o DVD homônimo ao vivo e em parceria com o Canal Brasil, em 2017.

Dulce começou a carreira no grupo Sempre Livre, nos anos 1980, cantando sucessos como “Eu Sou Free”, “Esse Seu Jeito Sexy de Ser” eFui Eu”. Na carreira solo, cravou sucessos como “Natureza Humana” (1986), “Caleidoscópio” (1987) e “O Poeta Está Vivo” (parceria com Frejat; sucesso do Barão Vermelho em 1990).

Nesses 40 anos de carreira a compositora Dulce fez várias outras parcerias com nomes como com Moska, Ana Carolina, Zélia Duncan, Toni Garrido, George Israel, Celso Fonseca, Zé Manoel, Raul Misturada e Paulo Monarco e foi gravada por muitos desses artistas, além de Simone, Leila Pinheiro, Barão Vermelho, Capital Inicial, Daúde, Toni Platão, Cidade Negra, Frejat, entre outros.

Ficha técnica | SOB O SIGNO DO AMOR (Dulce Quental) - Produção: Jonas Sá e Pedro Sá. Arranjos: Jonas Sá, Pedro Sá e Dulce Quental. Edições criativas: Jonas Sá. Gravação: Jonas Sá e Pedro Sá, no TILT. Gravações adicionais: Cellos, por Jacques Morelembaum - estúdio Mirante; bandoneóns, por Mariano Gonzáles; piano, por Itamar Assiere; vozes e vassourinha, por Ricardo Cidade & Ricardo Calafate - Estúdio Umuarama. Mixagem: Duda Mello - Estúdio Rockit!. Masterização: Ricardo Garcia - Estúdio Magic Master. Capa/arte: Rodrigo Sommer. Fotos: Nana Moraes. Produção de arte & visage: Rodrigo Bastos. Assessoria de imprensa: Eliane Verbena. Lançamento: Cafezinho Edições & Produções Musicais.