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  • Foto do escritorGuilherme Moro

Black Flag volta a São Paulo nesta sexta (27) para tocar o clássico My Mar na íntegra

My War, lançado pelo Black Flag em 1984, é um álbum icônico, que impacta gerações por décadas e se mantém como um sólido pilar da música alternativa. É um disco de punk rock com nuances de metal, hardcore stoner e até sludge, o que explica a veneração de tantas bandas, de distintos gêneros, por este registro. Nesta sexta-feira (27), em São Paulo (Carioca Club), todas as faixas - e muitas outras - serão tocadas ao vivo por um sempre enérgico Black Flag!



O evento também terá um ícone do punk rock nacional, Garotos Podres. A realização local é da Maraty, com produção da Powerline Music & Books. A tour completa do Black Flag pela América Latina é da Vênus Concerts.


Nesta nova passagem pela capital paulista, três anos após a estreia no Brasil no mesmo Carioca Club em março de 2020 (também realizado pela Powerline), o Black Flag promete duas horas de show para celebrar os quase 40 anos do segundo disco da banda, My War, além de tocar mais hits.


O Black Flag é uma instituição do punk rock, um sólido pilar que desde 1976 sustenta o estilo, seus cacoetes e é influência para um incontável número de bandas que surgiram a partir da década de 1980 até os dias atuais, inclusive como a força motriz do que viria a ser e soar o hardcore.


Além do começo arrebatador e marcante do punk/hardcore com o álbum Damaged (1981), o Black Flag se manteve impactante três anos depois com My War (1984). Traz seis músicas que originalmente figuram no álbum de estreia, o lado B do disco apresentava barulhos tensos e uma sonoridade punk obscura.


My War é um Black Flag ainda mais rápido e pesado, que por mais inusitado que pareça, tem influência de Black Sabbath e até hoje é um álbum importante e influente para a cena sludge metal e pro grunge.


Para esta tour no Brasil, o Black Flag é Greg Ginn (membro fundador e único da formação original), Mike Vallely, Harley Duggan e Charles Wiley.

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