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  • Foto do escritorGuilherme Moro

BANDA GENTE convida LETRUX (RJ) e NAIEME (PA) em show no Dia de Iemanjá

A BANDA GENTE abre a agenda de 2023 saudando a sereia preta Iemanjá. Dia 2 de fevereiro (quinta-feira), a energia da mãe das águas leva ao espaço Audio Rebel um show simbólico e especial, em que o grupo, comandado pela vocalista Iolly Amâncio, convida a carioca LETICIA LETRUX, parceira no recém-lançado single “Fumaça”, e a cantora paraense NAIEME, que lança no mesmo dia a inédita “Yagô”.



“Será uma apresentação superespecial. Cantaremos ‘Fumaça’ pela primeira vez ao vivo com a Letrux e receberemos Naieme, uma força da natureza, enchendo nossa noite de encantos”, adianta Iolly.


O rock caliente e tropical da Banda Gente, natural da Baixada Fluminense, vem ganhando admiradores por onde passa com suas influências ancestrais e periféricas, adornadas pelo colorido da musicalidade brasileira. No show, músicas amadas pelos fãs, como “Samba do Trem”, “Cólera” e “Meu Sonho”, e composições recentes como “Rainha do Fogo” e “Fumaça”, parceria com a Letrux, lançada em dezembro passado, para embrasar o verão carioca. Confira a música e o clipe.


“Mais do que uma artista, Leticia é uma humana inspiradora. Partilhamos uma afinidade gostosa de energia e afeto. Ela nos traz força e vitalidade”, diz Iolly, que já dividiu os vocais com a cantora na releitura de “Preta, Pretinha” para o álbum-homenagem aos Novos Baianos Replay Clássicos: Acabou Chorare (Som Livre, 2019) e, junto com a Banda Gente, fez o show de abertura da lendária apresentação da Letrux no Circo Voador, há um ano.


As águas doces do rio Amazonas conduzem ao Rio de Janeiro a cantora paraense NAIEME, que lança “Yagô”, primeira música da nova fase de sua carreira, sob produção musical de Paulo Dáfilin, responsável por trabalhos de Maria Bethânia e Zeca Pagodinho, entre outros artistas da MPB. Pé-save aqui.





“Para mim é uma honra cantar no Rio de Janeiro. Um passo importantíssimo na minha carreira. Estou muito animada em dividir o palco com a Banda Gente, um grupo que, assim como eu, faz arte a partir da periferia. É superimportante criar essas conexões e romper barreiras para que a música feita nas fronteiras do nosso país, no Brasil profundo e verdadeiro seja cada vez mais valorizada”, diz Naieme. “A ansiedade tá tomando conta!", brinca.


Com oito anos de carreira e até então conhecida como Nanna Reis, Naieme adota este ano seu nome de batismo, evidenciando sua opção de entronizar a ancestralidade afro-indígena em sua arte. A nova música “Yagô” exalta Janaína Iemanjá e chama para a dança e celebração com seus tambores e arranjos que abraçam diversas culturas do país. "Enquanto eu renegava meu nome, de certa forma renegava a mim mesma. Quando entendi isso, me encontrei como artista. ‘Yagô’ é uma música alegre, de liberdade", conta ela, 31 anos, que nasceu em Belém e cresceu entre a capital e a Ilha de Marajó. “Eu sou uma cantora criada com a cultura popular, de rua, do Boi (bumbá), do folclore. Ao mesmo tempo em que abraço outros gêneros por conta da minha formação musical acadêmica”, conta Naieme, solista da Orquestra Sinfônica do Teatro da Paz, em Manaus, por sete anos.


Dia 2 de fevereiro, as energias de amor, proteção e amizade da rainha das águas serão conduzidas por estas três sereias contemporâneas de origens tão diferentes. Um programa imperdível para quem se deleita com poesia, malemolência e suingue. Um encontro de águas doces e salgadas, onde quem se banha é o público. Odô Yá!

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